Oca Estelar, light painting da série Céu Profundo, 2022
Série · 10 obras · 2009 a 2024

Céu Profundo

Deixo o obturador aberto sobre a paisagem noturna, com intervenção mínima, e o que a câmera registra é o tempo que passou dentro dela.

É o polo contemplativo do meu trabalho. Paisagem noturna e céu aberto, com intervenção mínima: a luz acrescenta pouco e revela o que já estava. O obturador fica aberto e o que a câmera registra não é uma cena, é o tempo que passou dentro dela.

Os títulos dizem para onde o olho estava voltado: Firmamento, Via Láctea, Rastro de Estrelas, Lua Nascente. Quando a luz entra, entra pouco. Numa árvore sozinha no escuro de um sítio, a lanterna voou presa a um drone em volta da copa, e a árvore virou tudo o que existe no quadro. Numa praia deserta, uma única linha verde risca a areia, com a cidade brilhando ao longe, recortada pelos coqueiros.

A obra mais antiga do portfólio está aqui: Refúgio, de 2009, o ano em que comecei a desenhar com luz. A série reúne 10 obras, de 2009 a 2024.

As obras

10 obras

Lua Nascente, light painting da série Céu Profundo, 2020
Lua Nascente
№ 01 · 2020
Firmamento, light painting da série Céu Profundo, 2022
Firmamento
№ 27 · 2022
Oca Estelar, light painting da série Céu Profundo, 2022
Oca Estelar
№ 28 · 2022
Rastro de Estrelas, light painting da série Céu Profundo, 2024
Rastro de Estrelas
№ 49 · 2024
Refúgio, light painting da série Céu Profundo, 2009
Refúgio
№ 65 · 2009
Via Láctea, light painting da série Céu Profundo, 2017
Via Láctea
№ 70 · 2017
Fogueira, light painting da série Céu Profundo, 2016
Fogueira
№ 84 · 2016
Árvore, light painting da série Céu Profundo, 2016
Árvore
№ 97 · 2016
Monumento, light painting da série Céu Profundo, 2018
Monumento
№ 105 · 2018
Risca, light painting da série Céu Profundo, 2018
Risca
№ 112 · 2018